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Netflix: Lúcifer – Crítica

Se você ainda não assistiu Lúcifer com receio de ser uma série macabra, está perdendo tempo. A série é do estilo policial, daquelas que resolvem um caso a cada episódio, mas prepare-se para cenas de homicidios um pouco fortes.

Assim como na Bíblia, Lúcifer (interpretado por Tom Ellis) é um anjo que foi designado ao inferno após uma briga com Deus. Porém, após milênios governando o Inferno ele está em Los Angeles na sua forma humana, aproveitando um tempo de “férias”. Sendo assim, ele se entretém de muitas festas, bebidas, sexo e prazeres, afinal ele é o Diabo e é dono de uma boate na “Cidade do Pecado”.

Ele se envolve na resolução de um caso de assassinato de uma amiga e devido aos seus poderes de persuasão começa a trabalhar como Consultor da polícia, tendo como parceira a Detetive Decker (Lauren German).

Seu sentimento pela detetive começa a passar do profissional e sua vida divina também começa a desenrolar. Além do personagem principal, outros seres celestiais fazem parte da trama, o que causa bastante confusão na vida e na mente de Lúcifer.

O Lúcifer é um personagem sedutor com toda pompa e elegância inglesa, é sarcástico e ao mesmo tempo cômico, as vezes um pouco infantil por ser muito literal, o que deixa a série muito mais leve e cheia de drama.

Um ponto bacana é que ele em nenhum momento esconde dos humanos que é o próprio Diabo e todas as suas ações são pautadas sob esta verdade. Entretanto, nem todos acreditam na sua palavra.

Apesar de o senso comum definir o Diabo como mau e perverso, a série mostra uma versão que se descobre mais humana, sendo apenas um punidor e não um provocador dos erros humanos.

A série, que originalmente era da FOX, está em sua quarta temporada na Netflix, que agora detém os direitos de Lúcifer. Aliás, a quinta temporada já está confirmada !

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