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Homem-Aranha: Longe de casa – Crítica.

O amigão da vizinhança está de volta em seu segundo filme solo, após o épico Vingadores: Ultimato. O segundo filme do aranha vem para fechar e amarrar algumas pontas soltas na terceira fase dos filmes da Marvel.

Diferente do último filme dos Vingadores, Homem-aranha: longe de casa aposta em um filme mais leve e engraçado, centrado em problemas simples e no desenvolvimento das relações entre os adolescentes da turma de Peter Park.

O filme consegue manter o mesmo tom de seu antecessor, porém criando filme ainda melhor. O grande destaque do roteiro está em conseguir mostrar o que tem de melhor no personagem de Tom Holland. Assim com nas HQs, o Homem-aranha tem que lidar tanto com problemas comuns do cotidiano de um adolescentes, como escola, conquistar a garota da turma que ele é apaixonado, quanto com as ameaças que tem potencial para destruir o mundo.

Em longe de casa, como já explica o próprio título, Peter e seus amigos de classe estão em uma viagem de férias na Europa. Todo esse clima de férias e viagem serve de pando de fundo para que sejam apresentados de forma mais profunda os amigos de Peter, algo que o filme anterior deixou um pouco a desejar. Inclusive a atuação de  Jacob Batalon (Ned) está ainda mais divertida e junto com seus companheiros de classe protagonizam cenas muito engraçadas.

Um grande trufo do filme, é a maneira com ele explica diversas dúvidas dos espectadores de forma bastante divertida e cômica. Com destaque ao “Blip”, que é a forma que todos chamam o período de tempo em que as pessoas foram apagadas pelas ações de Thanos. O filme mostra que as pessoas que foram “blipadas” pelo estalo se mantiveram com a mesma idade de antes enquanto as outras pessoas seguiram suas vidas normalmente.

Outro conceito apresentado pelo filme é o “arrepio do Peter” uma forma bem engraçada que a (tia) May encontra para explicar o famoso sentido aranha do amigão da vizinhança, em uma cena hilária.

Deixando um pouco de lado a parte adolescente do filme, temos Jake Gyllenhaal, que dá vida a Quentin Beck, o Mystério. O filme não poderia ter escolhido vilão melhor, além da grande atuação de Gyllenhaal, ele dá um show de efeitos visuais e ação, algo nunca visto em um filme do Aranha. Todo essa estética mística criada para o personagem conseguiu trazer algo digno de um filme do “Doutor Estranho“, algo que até mesmo é mencionado no filme.

Também temos a volta de Samuel L. Jackson, como Nick Fury, que assim como grande parte da população tem que lidar com as consequências de reaparecido cinco anos depois do estalo. E pela primeira vez o agente vai trabalhar com o Homem-aranha, e o fato de ele ser apenas um adolescente sem muita experiência, diferente dos agentes que comandava, rende muitas cenas bem humoradas.

Com relação a trama do filme ela é muito bem escrita e desenvolve muito bem os personagens, respeitando suas origens apresentadas nas HQs. Ela entrega tudo que os fãs do Homem-aranha querem ver, muita ação e comédia misturadas no tom certo, tudo isso com direito a muitos easter eggs.

E como já é esperado da Marvel, temos 2 cenas pós-créditos de tirar o fôlego, que fecham (ou iniciam) mais uma fase do universo compartilhado.

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